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Published Fevereiro 2, 2018
O Rev. Martin Lloyd-Jones sugere um “excelente teste” para sabermos se estamos proclamando a graça de Deus com a ênfase correta:
 
“Não existe melhor teste para sabermos se um homem está realmente pregando o evangelho do Novo Testamento do que este: algumas pessoas podem entender mal e interpretar de maneira errada, de modo que chegam à seguinte conclusão: visto que fomos salvos apenas pela graça, realmente não importa tudo que fazemos, podemos continuar pecando como queremos, pois isto redundará em mais glória da graça de Deus.”
 
Martin comenta que a pregação da ‘salvação pelas obras’ NUNCA corre o risco de ser confundida com o antinomianismo. Enquanto alguém pregar o legalismo ou moralismo, nenhum ouvinte responderá com voz irónica, “Continuemos a pecar então, para que a graça abunde!”
 
Somente a pregação da graça soberana corre esse risco. Risco esse que deve ser mantido, e não removido:
 
“Se minha pregação deixa de expor o evangelho ao ponto de gerar este mal-entendido, realmente não estou proclamando o evangelho. [. . .] Eu poderia falar a todos os ministros do evangelho: se a sua pregação do Evangelho não tem sido entendida daquela maneira errada, você deve examinar seus sermões novamente; é melhor certificar-se de que está realmente proclamando a salvação anunciada no Novo Testamento aos ímpios, pecadores, mortos em seus delitos e pecados, inimigos de Deus.”

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